Organizado pela Secretaria de Estado de Educação [SEEDUC], que este ano homenageia Jorge Amado e Luiz Gonzaga, o evento acontece de 29 a 31 de outubro no Centro de Convenções Sul América, na Cidade Nova. O Salão do Livro há seis anos tem como objetivo dar autonomia às escolas para a compra de acervo para suas bibliotecas. Entre outros assuntos, Binho descreve a experiência de nossa Biblioteca Quilombo dos Poetas, que no momento encontra-se em reforma, para melhor atendê-los.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Centro Cultural A História Q Eu Conto, no Salão do Livro 2012!
Organizado pela Secretaria de Estado de Educação [SEEDUC], que este ano homenageia Jorge Amado e Luiz Gonzaga, o evento acontece de 29 a 31 de outubro no Centro de Convenções Sul América, na Cidade Nova. O Salão do Livro há seis anos tem como objetivo dar autonomia às escolas para a compra de acervo para suas bibliotecas. Entre outros assuntos, Binho descreve a experiência de nossa Biblioteca Quilombo dos Poetas, que no momento encontra-se em reforma, para melhor atendê-los.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Binho Cultura fala sobre empreendedorismo e ocupações artísticas ao site da Secretaria de Cultura do RJ
George Cleber, conhecido como Binho Cultura, fala sobre as políticas públicas para cultura no estado do Rio de Janeiro em entrevista concedida à equipe do Plano Estadual de Cultura. Binho, formado em Ciências Sociais, é gestor do Centro Cultural A História Que Eu Conto, Ponto de Cultura que atende o Complexo de Vila Aliança e Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Articulado junto às secretarias de educação e cultura, o centro cultural fundado por Binho, Samuca e Jeferson Cora oferece à comunidade oficinas de artes, exposições e a Biblioteca Quilombo dos Poetas.
Durante a entrevista, Binho falou sobre a política dos Pontos de Cultura e a ocupação cultural como iniciativas bem sucedidas que deveriam ser fomentadas e cada vez mais valorizadas no estado do Rio de Janeiro. Segundo ele, a sociedade civil organizada dialogando com os poderes público e privado faz valer seus direitos sem perder sua identidade – como é o caso dos grupos que, não tendo como bancar uma sede própria, se utilizam da ocupação cultural de espaços obsoletos, agregando a eles arte e cultura. Para Binho, é necessário potencializar os agentes culturais como empreendedores: “o trabalho artístico de qualidade já temos. Agora o que precisamos é deixar de ser apenas um abre-alas para protagonizar”.
Binho defende, principalmente, a importância da sustentabilidade em seus empreendimentos culturais e coloca sua visão em relação ao empreendedorismo e à economia criativa, quando cita as iniciativas culturais bem sucedidas no estado do Rio de Janeiro. Para o cientista social, é preciso fazer com que a cultura dialogue mais com outros setores como, além da educação, a assistência social e o saber popular. Ele julga necessário valorizar mais o “fazedor” de cultura, aquele que vive disso e para isso – a maior potencialidade do estado do Rio de Janeiro é, afinal, o próprio cidadão fluminense.
Fte: Cultura.rj
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Jornal O Globo visita "A História Q Eu Conto"
Jornalista Luiz Fernando Vianna e Binho Cultura
Binho Cultura [escritor, poeta e gestor do Centro Cultural A História Q Eu Conto], recebeu com prazer em nosso espaço, o Jornalista Luiz Fernando Vianna [Jornal O Globo] e Pablo Ramoz [Cena Oeste]. Na entrevista contou sobre sua trajetória até a fundação do Centro Cultural, ao lado de Samuca Muniz e Jeferson Cora.
Os ativistas socioculturais entrevistados são personagens da exposição que está sendo preparada pela Cena [Ocupação artística da Escola livre de Teatro T-Arthur Azevedo]. Além de Binho, Gledson Vinícius [Poeme-se]; Thiago Sales [Ponto Cine Guadalupe] e Cláudia [Coosturart]; também fazem parte da exposição, que conta com o argumento escrito pelo Jornalista.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
CCHC presente no 1º Seminário Internacional de Arte e Educação do Rio de Janeiro!
Nosso gestor, escritor, poeta Binho Cultura e um dos representantes do Ponto de Leitura e do Centro Cultural A História Q Eu Conto participará logo mais do 1º Seminário Internacional de Arte e Educação do Rio de Janeiro, que acontece até dia 19 no Centro Municipal de Artes Calouste Gulbekian.
O objetivo do Seminário é promover a troca de experiências sobre o exercício da Arte e Educação nos mais diversos setores [fugindo da já recorrente ideia de que esse seria um exercício exclusivo no ambiente escolar], traçando um esboço não só das ações que acontecem no momento, mas aquelas que acontecerão a médio e a longo prazo na nossa cidade.
Serviço!
1º Seminário Internacional de Arte e Educação do Rio de Janeiro!
Centro de Artes Calouste Gulbenkian
21-2224-2628 / 3038
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
"Lixo na praia, Arte na Vila Aliança.."
O Centro Cultural A História Que Eu Conto, encontrou uma solução para o coco verde, que representa 60% do lixo da orla carioca. Confira matéria feita pelo Jornal Extra sobre esta arte.
"O Centro Cultural A História Que Eu Conto, na Vila Aliança, em Senador Camará, usa a casca de coco para fazer vasos de planta decorados, uma opção de renda para a comunidade e de reaproveitamento do lixo. Enquanto a prefeitura quer se livrar das cascas - a venda do coco nas praias do Rio chegou a ser proibida um tempo, justamente por causa do volume recolhido diariamente na orla - A Ong sugere uma coleta seletiva do coco e o repasse do material para várias partes do Rio.
O coco começou a ser usado para fazer artesanato pela ONG em 2009. O presidente do Centro Cultural, o artesão George Cléber, o Binho, procurava um suporte para que as crianças da comunidade pudessem levar consigo as mudas plantadas durante a colônia de férias. "via o excedente de coco da barraca do Seu Raimundo, aqui do lado, e pensava que poderíamos fazer alguma coisa. Então, comecei a pesquisar - conta Binho. - Um dia, ao abrir um coco, achei que poderia servir como vaso de planta. Fiz vários testes e deu certo."
O resultado agradou tanto que a aula de artesanato com coco verde foi incluída no módulo de educação ambiental de todos os cursos da ONG (Projeto Mão na terra).
O resultado agradou tanto que a aula de artesanato com coco verde foi incluída no módulo de educação ambiental de todos os cursos da ONG (Projeto Mão na terra).
Casca leva 8 anos para se decompor
Zé Lixão conheceu o trabalho do Centro cultural e aprovou a atitude ambiental das crianças. Apesar de natural, a casca de coco verde é um material de difícil degradação. Ela demora de 8 a 12 anos para se decompor no meio ambiente. Por isso, o consumo de água de coco se converteu em um problema ambiental para as grandes cidades.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, o consumo de água de coco gera 6,7 milhões de toneladas de casca por ano no Brasil.
- As cascas de coco são volumosas e causam impacto nos aterros sanitários, diminuindo a vida útil dos lixões. Além disso, são focos para a proliferação de doenças, como a dengue - explica o agropecuarista e professor de educação ambiental da ONG, Bartolomeu Barboza de Jesus Júnior..."
Fonte: Jornal Extra
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